A partida da Copa do Brasil que colocou frente a frente Flamengo e Atlético-MG no último domingo, 10, culminou em celebração para o time do Flamengo, que conquistou seu quinto título na história do torneio. Entretanto, a decisão da segunda partida, arbitrada por Raphael Claus, ficou marcada por uma série de problemas ocorridos antes, durante e após o jogo na Arena MRV.
O incidente mais grave, o lançamento de bombas ao campo, ocorreu quatro vezes, segundo relato de Claus, aparentemente iniciado por torcedores do time da casa. Foi reportado que, como consequência disso, um fotógrafo teve os dedos fraturados e precisará ser submetido a uma cirurgia nas próximas horas para tratar o dano sofrido.
Houve também um incidente de invasão de campo durante o jogo, rapidamente contido pelo efetivo de segurança. Contudo, diversos torcedores tentaram repetir a ação pouco antes da cerimônia de premiação. A despeito da maior complexidade, as equipes de segurança privada e a Polícia Militar conseguiram barrar as tentativas de acesso aos jogadores.
Em outra parte do relatório oficial, foi mencionado que o jogo sofreu uma interrupção de sete minutos devido ao lançamento de objetos contra os jogadores do Flamengo após o gol de Gonzalo Plata, próximo do fim do jogo. O lançamento de copos tornou-se prática recorrente ao longo da partida, havendo registro de mais quatro ocorrências.
Finalmente, foram registrados dois momentos em que um laser foi apontado para o campo, atingindo especificamente o rosto do goleiro Rossi do Flamengo. Essas ocorrências aconteceram nos primeiros 12 minutos de jogo, e logo no início do segundo tempo, com apenas cinco minutos decorridos, com o laser sendo direcionado para o gramado do jogo.
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